13 junho 2012

GRAVIDEZ X LIBIDO

Todas nós sabemos que a gravidez é um momento único na vida de uma mulher. E, mesmo quem já passou por isso mais de uma vez, vive cada gestação de forma diferente. Mas, nesse período, muitas coisas mudam na vida, no corpo e na mente. Inclusive o desejo. 
Durante os nove meses, o sexo muitas vezes fica para trás, por diversos motivos: medo de machucar o bebê, de provocar um aborto, ou simplesmente receio de que o parceiro possa enxergar a mulher como uma figura materna intocável, não mais como amante. Se isso está acontecendo com você, calma, nem tudo está perdido. As etapas no início, os enjoos constantes, a vontade de urinar, o cansaço e a sonolência podem afetar a libido feminina, afinal, é difícil pensar em sexo com tudo isso acontecendo. 
A partir do segundo trimestre, esses sintomas passam e então muitas mulheres sentem o desejo aumentar. É a hora de você fazer seu parceiro aproveitar o momento. Além disso, nesse período, geralmente a mulher se sente mais segura com relação ao bebê. 
No último trimestre, o barrigão já começa a incomodar, e a ansiedade pela proximidade do parto também pode atrapalhar. A vagina fica mais seca, e é recomendável usar lubrificantes. Você e ele Algumas coisas podem mudar entre vocês. A gestante, em geral, fica com as emoções à flor da pele, e toda essa carga emocional também pode atrapalhar seu desejo. “Do ponto de vista emocional, ela pode não se sentir atraente ou feminina, e isso diminuiu sua autoestima. Pode ser conflitante estar num momento considerado divino culturalmente e, ao mesmo tempo, não estar gostando de si mesma”, diz Francisco. 
Mas não é só você que sofre com isso: “Os homens não têm alterações orgânicas, mas podem ser afetados por questões emocionais, tais como a ansiedade em relação ao parto, à responsabilidade de ser pai, etc.”, continua o ginecologista. E existem também outras circunstâncias que podem influir no bem-estar sexual do casal, como o planejamento da gravidez, a qualidade do relacionamento entre o casal e alguns mitos, como a crença e o medo de machucar o bebê durante o ato sexual ou de provocar um aborto. 
Não se descuide – e converse “A sexualidade da mulher na gravidez dependerá, entre outros motivos, de como ela se percebe, se avalia e se valoriza nessa fase. Enfim, dependerá grandemente de sua autoestima”, diz Francisco. 
Cuidar-se, tentar não ganhar tanto peso, cuidar da pele, dos cabelos, colocar uma roupa transada são alguns cuidados que ajudam a manter o sex appeal em alta. É muito importante sentir-se amada e atraente. O remédio pra isso? Muito diálogo! Posições e, mesmo que o barrigão atrapalhe um pouco, com alguns cuidados é possível alcançar o prazer. “Para que o ato sexual se torne prazeroso, é necessário encontrar o modo e a posição mais cômoda e agradável, mas cabe à mulher procurar essa posição, pois é ela que está com o corpo modificado”, orienta o médico. 
O ideal são aquelas posições que não atingem a barriga. “Muitas vezes, o tamanho avantajado da barriga na gravidez avançada torna mais difícil ainda esta ou aquela posição, fator que poderá influenciar no desempenho do homem”, diz Francisco. 
Quando não fazer existem alguns casos em que a relação sexual é contraindicada: “durante o sangramento vaginal prévio, trabalho de parto prematuro, pós-parto imediato e antes de 40 dias pós-parto, presença de infecção urinária e/ou vaginal em tratamento, dentre outras menos frequentes”, alerta o especialista. 
Portanto meninas .. olho aberto e coração aquecido!!! Enjoy!!! bjinhoss

 
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